Comunidade Evangélica Rocha Viva

A Missão

 

1 – O Propósito de Deus – Ele tem chamado do mundo um povo para si, enviando-o novamente ao mundo, para fazer discípulos de todas as nações (Mt.25.19; Jo 20.21; At 15.14).

 

 

2 – A Autoridade da Bíblia – Como inerrante e infalível Palavra de Deus, afirmamos o poder das Escrituras Sagradas para efetuar o propósito de Deus na salvação do homem (Rm 1.16; 2Tm 3.16).

3 – A Universalidade de Cristo – Afirmamos que só existe um Salvador e um só Evangelho, embora haja uma variedade de maneiras de realizar a obra de evangelização do mundo (Jo 4.42; At 4.12).

4 – A Natureza da Evangelização – Evangelização em si é a proclamação do Cristo bíblico e histórico como Salvador e Senhor, com o propósito de persuadir os homens, para que por intermédio Dele se reconciliem com Deus (At 20.47; 2Co 5.11,20).

5 – A Responsabilidade Social Cristã – “A fé sem obras é morta”, embora a reconciliação do homem com o homem, não signifique a reconciliação dele com Deus, nem ação social, evangelização, afirmamos que ambos são parcelas do nosso dever cristão (Gn 1.26-27; Lc 6.27,35; Tg 2.14-26).

6 – A Igreja e a Evangelização – A Igreja ocupa o ponto central do propósito divino, ela é o instrumento para difusão do Evangelho. A Evangelização mundial requer que a Igreja toda, leve a todo o mundo, o Evangelho Integral em trabalho mútuo de cooperação (Jo 17.21-23; At 1.8; Gl 6.14; Fp 1.27).

7 – A Urgência Missionária – Com mais de dois terços da humanidade, ainda não eficientemente evangelizada, como Igreja, sentimo-nos envergonhados da nossa negligência para com tanta gente. Sendo cada geração responsável pela sua geração, esta é a hora da Igreja orar fervorosamente, e lançar programas visando à evangelização total do mundo (Jo 4.9; Rm 9 1-3; 10.11-16).

8 – As Culturas e a Evangelização – A evangelização mundial requer o desenvolvimento de estratégias e metodologias novas e criativas, e a cultura de um povo em parte é boa e em outra parte má, devido à Queda, por isso deve sempre ser julgada e provada pelas Escrituras, para que possa ser redimida e transformada para a glória de Deus (Mc 7.8-9, 13; Rm 2.9-11; 2 Cor 4.5).

9 – A Educação e a Liderança – Reconhecemos a grande necessidade de melhorar a educação teológica, especialmente se tratando de líderes de igrejas, existindo em todo povo enorme necessidade de ensino e treinamento para seus pastores e aos leigos nativos (At 14.21-24; Tt 1.5,9).

10 – O Conflito Espiritual – Cremos que estamos envolvidos em guerra constante contra os principados e potestades do mal, que buscam destruir a Igreja e malograr sua tarefa de evangelizar o mundo, semeiam falsas doutrinas e mundanismo em nosso meio. O momento demanda vigilância e discernimento (Jo 17.15; EF 6.10-20; 2 Cor 4.3).

11 – Liberdade e Perseguição – A liberdade de praticar e propagar o Cristianismo de acordo com vontade de Deus é um direito nosso, conforme a Declaração Universal dos Direitos Humanos, mas não nos esqueçamos de que Jesus nos advertiu de que a perseguição é inevitável, mas nem por isso devemos nos intimidar (Mt 5.10-12; At 4.16;21).

12 – O Poder do Espírito Santo – A evangelização mundial só se concretizará com uma Igreja cheia do Espírito Santo, sendo Ele quem convence o homem do pecado. O Espírito Santo tem um profundo interesse missionário (Jo 7.37-39; At 1.8; 1 Cor 2.4-5).

13 – O Retorno de Cristo – A promessa da segunda vinda de Cristo representa um incentivo a missões. Cremos que o período intermediário entre sua ascensão e o seu segundo retorno deve ser usado para o cumprimento da nossa missão como Povo de Deus, a obra missionária não poderá parar enquanto Ele não vier (Mc 13.10; 2Pe 3.13; Ap 7.9).

Fonte : Missões e Culturas - Síntese do Pacto de Lausanne

 

 

 
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